DINHEIRO, DIRETAMENTE, PARA QUEM MAIS PRECISA.

A doe direto é a primeira organização sem fins lucrativos brasileira que permite que doadores enviem dinheiro para as famílias mais pobres do Brasil. A nossa proposta é captar recursos no setor privado e levar dinheiro diretamente para as famílias mais pobres de forma segura e rápida. Acreditamos que as pessoas vivendo em situação de pobreza merecem a dignidade de escolher como melhorar as suas vidas. A doação direta permite isso.

RESULTADOS DO PROJETO PILOTO

R$ 40.286
Arrecadados (valor bruto)
71
Doações
208
Famílias Beneficiadas

MAS POR QUE DOAR DINHEIRO?

Se você não tivesse nenhuma fonte de renda, preferiria que um estranho escolhesse o que você precisa, ou preferiria escolher o que é mais necessário para você e sua família? A doação financeira direta é a única forma de doação que permite que o beneficiário tenha autonomia no gasto. Em momentos de crise econômica sem precedentes, esse ponto é ainda mais relevante, dado que é extremamente desafiador antecipar as necessidades exatas de cada família. 

A doação direta de dinheiro é uma opção melhor do que doações de bens alimentícios e de higiene, sobretudo no médio prazo. Além de terem um ônus baixo para provar a sua efetividade, uma vez que a redução de pobreza no curto prazo é um resultado por definição, doar dinheiro é rápido, não apresenta custos logísticos, permite que os beneficiários escolham como gastar e produzem externalidades positivas na economia uma vez que não inflacionam o preço de produtos específicos e permitem que o consumo seja pulverizado, inclusive beneficiando a produção e comércio local.

UMA INTERVENÇÃO BASEADA EM EVIDÊNCIAS


“Transferência direta de dinheiro tornou-se uma ferramenta para ajuda humanitária, acompanhada de um conjunto crescente de evidências que corroboram sua relação com efetividade, eficiência e prestação de contas”



Cash Learning Partnership

“As políticas de transferência de renda vêm se consolidando como uma importante faceta do sistema de proteção social brasileiro. Os dois principais programas dessa natureza, o BPC e o Bolsa Família, têm (...) gerado efeitos relevantes sobre os índices de pobreza e desigualdade no país (...)”
Medeiros, Brito e Soares, 2007

“Transferências diretas de dinheiro permitem que as pessoas vulneráveis escolham o que é melhor para elas, empoderando-as para fazer as principais decisões das suas vidas”



World Food Programme

“Dinheiro é flexível e (...) pode ser usado imediatamente em resposta a uma crise e permite que organizações de alívio a desastres possam comprar exatamente o que é necessário, quando necessário”


Center for International Disaster Information

BRASIL, UM PAÍS DE DESIGUALDADES

Nosso país é um dos mais desiguais do mundo e possui um grande número de pessoas vivendo em condição de pobreza e extrema pobreza. Com o agravamento da epidemia da Covid-19 no Brasil, esperamos duros impactos no sistema de saúde e na vida profissional, econômica, social e familiar das pessoas. Os mais atingidos, como sempre, são os mais pobres, que não contam com acesso a bons e eficientes serviços públicos de saúde e assistência, que têm moradia precária, que estão na informalidade ou que estão desempregados.

CONHEÇA NOSSO TIME

Mestra em Administração Pública e Governo pela FGV-EAESP e graduada em Relações Internacionais pela USP e Sciences Po Paris. Membro da RAPS e do coletivo Faz Diferença? Discussões sobre Desigualdades e especializada em Advocacy e Políticas Públicas.
Barbara Panseri
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Mestre em economia pela FEA-USP e em Administração Pública pela Harvard Kennedy School of Government. Trabalhou no Instituto Ayrton Senna e na Secretaria de Governo do Estado de São Paulo. Co-fundadora e diretora da Impulso.

Isabel Opice
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Faz PhD em economia na London School of Economics and Political Science, mestre em economia pela PUC-Rio e graduada em economia pela USP. Já trabalhou no Centro de Políticas Públicas do Insper e na Organização Internacional do Trabalho.
Caterina Soto Vieira
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Doutor em Administração Pública e Governo pela FGV, graduado em Economia pela FEA-USP. Fundador do coletivo Faz Diferença? Discussões sobre Desigualdades. Trabalhou no IFC/World Bank, Movimento Todos Pela Educação e Prefeitura de São Paulo.
Ivan Mardegan
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MBA pelo MIT e mestranda em Administração Pública na Harvard Kennedy School. Co-fundadora da plataforma de doações efetivas, doebem, e mais recentemente, da rede de cuidadoras infantis, mopi.

Elisa Mansur
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Mestre em Administração Pública e Desenvolvimento pela Harvard Kennedy School. Co-fundador da Impulso. Fellow do Harvard Government Performance Lab. Trabalhou, até 2015, na Prefeitura de São Paulo.

João Abreu
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UM PARCERIA PARA FAZER ACONTECER

A doe direto é uma iniciativa que nasceu da parceria entre diversas organizações preocupadas com a desigualdade agravada pela pandemia do novo coronavírus. Reunimos expertise organizacional em filantropia, pesquisa, tecnologia e finanças. Conheça abaixo as organizações que se juntaram para tornar a doe direto uma realidade neste momento de crise.